Na segunda fase, os valores eram movimentados entre contas de pessoas utilizadas como “laranjas”, em um processo de triangulação financeira destinado a dificultar o rastreamento da origem do dinheiro. Já na etapa final, os recursos eram reinseridos na economia por meio de empresas de fachada, conferindo aparência de legalidade ao patrimônio obtido de forma ilícita.
Fonte: Uol